Carreira TAE: Governo apresenta proposta irrisória e decepciona categoria. Greve continua!

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A 4ª Reunião da Mesa Específica e Temporária que debate a reestruturação da carreira dos técnico-administrativos foi realizada nesta sexta-feira (19/04) e não trouxe uma proposta satisfatória às reivindicações do SINASEFE (assista a live pós-reunião no vídeo acima). A reunião aconteceu na sede do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília-DF.

Com isso, a expectativa do sindicato é de que as bases rechacem a proposta em suas assembleias locais e tragam à próxima Plenária Nacional do SINASEFE (que ainda será convocada) a posição de que a greve 2024 continuará até que conquistas efetivas sejam oferecidas para os contracheques dos servidores.

Desde 3 de abril o SINASEFE está em greve nacional – a qual já paralisa, por tempo indeterminado, mais de 485 unidades de ensino em 23 estados e também no Distrito Federal. E uma das principais pautas da nossa greve é justamente a reestruturação das carreiras do PCCTAE e do EBTT, além da recomposição salarial das perdas financeiras dos governos Temer e Bolsonaro.

Primeiras informações da proposta

Na síntese da proposta para o PCCTAE, o Governo Federal apresentou:

  • Verticalização, com unificação em matriz única com 19 padrões;
  • Diminuição do interstício de 18 meses para 12 meses;
  • Tempo decorrido até o topo das carreiras de 18 anos;
  • Correção entre níveis: A 35%, B 40%, C 50%, D 60% e E 100%;
  • Proposta de reajuste de 9% para janeiro de 2025 e 3,5% para maio de 2026 – o que significa a manutenção do congelamento salarial para 2024!

Quando tivermos o documento com a proposta completa (o mesmo ainda não foi enviada pelo Governo), divulgaremos em nossos canais de comunicação.

Representação do sindicato

O SINASEFE foi representado no espaço por David Lobão (coordenador geral), Lucrécia Iacovino (coordenadora de pessoal TAE e CNS) e pelos membros da Comissão Nacional de Supervisão (CNS): Grazielle Felício (Seção IFSP-SP), Leewertton Marreiro (Sintef-PB) e William Carvalho (Sindscope-RJ).

Com informações da ASCOM SINASEFE.