Em espaços de produção de conhecimento, a exemplo dos IFs, a presença feminina é mais do que necessária, é obrigatória. É a partir do conhecimento de pesquisadoras, docentes, técnicas e estudantes, que a qualidade da ciência produzida no Ceará e no Brasil é ampliada e inovada.
Para que esse espaço siga sendo frutífero, é necessário garantir que ele seja de fato ocupado e, mais do que isso, que a permanência destas cientistas e pesquisadoras seja mantida, sem desvalorização, invisibilidade ou assédio.
Para o SINDSIFCE, valorizar a ciência feita por mulheres e meninas significa reconhecer direitos, promover igualdade de oportunidades, garantir financiamento justo, mentorias e políticas que enfrentem assédio e discriminação de maneira efetiva.














