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Notícias

  28/05/2018 

Greve dos caminhoneiros: SINDSIFCE exige respeito aos docentes e TAEs e requer suspensão de atividades do IFCE

Em defesa dos servidores e das servidoras do IFCE diante do contexto de greve dos caminhoneiros e incerteza sobre o transporte público e privado entre municípios cearenses, o SINDSIFCE está requerendo ao reitor Virgílio Araripe a suspensão temporária das atividades do Instituto. O Sindicato está monitorando a situação nos campi e atento a todos os trâmites possíveis quanto à situação, para preservar os direitos de todos os servidores - docentes e técnico-administrativos - e para os devidos cuidados com a comunidade acadêmica como um todo, incluindo os estudantes.

Em ofício a ser enviado ao reitor nesta terça-feira, 29/5, solicitando a suspensão dos trabalhos em todas as unidades do IFCE, o Sindicato destaca que o movimento paredista da categoria dos caminhoneiros vem causando dificuldades na circulação de pessoas nas estradas, elevação aguda no preço dos combustíveis e alimentos, filas e dificuldade de acesso a esses produtos.

"Por conseguinte, evitar/dispensar o deslocamento de estudantes e servidores , principalmente nos campi localizados no interior do Estado, é medida salutar até que a situação se normalize, a fim de impedir prejuízos pessoais e da ordem de transmissão de conteúdos das disciplinas aos que se encontram sem condições de se dirigir ao campus", ressalta o SINDSIFCE, no documento.

O Sindicato também reforça que, em virtude da situação, diversos municípios já comunicaram suspensão de atividades escolares, por não haver como transportar estudantes que vivem na zona rural, bem como diante de bloqueios nas rodovias BRs, que impedem servidores de chegar ao local de trabalho.

Respeito aos docentes e aos TAEs

O SINDSIFCE destaca ainda a necessidade de respeito tanto aos docentes quanto aos técnico-administrativos, no que diz respeito à compreensão da atual situação e das dificuldades enfrentadas por todos para acesso aos campi.

Diversas unidades do IFCE comunicaram suspensão das aulas nesta segunda-feira, 28/5, liberando os docentes ao mesmo tempo em que cobraram a presença dos servidores técnico-administrativos, obrigando-os a justificar formalmente eventual falta ou atraso. Para o SINDSIFCE, tal diferença é injusta e despropositada, tendo em vista que todos - docentes e TAEs - enfrentam as mesmas dificuldades para chegar ao local de trabalho.

Contra "dois pesos e duas medidas"

O Sindicato está atento ao tema, monitorando a situação em todos os campi e cobrando respeito aos técnico-administrativos, profissionais que não podem ser penalizados em um contexto como o atual, com a utilização de "dois pesos e duas medidas" pelas direções de campi ou pela Reitoria.

Não é razoável que os TAEs tenham de se deslocar aos campi, diante de todo esse contexto de bloqueios nas estradas e de falta de combustíveis, enquanto os docentes seriam liberados, pelos mesmos motivos.

Os TAEs podem contar, inclusive, com a Assessoria Jurídica do SINDSIFCE, caso se sintam desrespeitados quanto a esse direito a tratamento isonômico.

Última atualização: 29/05/2018 às 08:39:31
 
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